
Jogamos: Phantom Blade Zero será gigante em 2026
China vai fazer outro golaço com Phantom Blade Zero, que testamos na gamescom latam 2026; confira
Imagem: S-Game
i, você aí que curtiu Black Myth Wukong: 2026 está prestes a receber uma dose cavalar de ação deslumbrante com o lançamento de Phantom Blade Zero. Desenvolvido pelo estúdio chinês S-Game, o título tem atraído olhares curiosos desde o seu anúncio, prometendo uma experiência visual e "dançante" que desafia os limites do gênero (e desta geração). Ele carrega uma linha de raciocínio que se equipara a todo o alvoroço que Wukong prometeu – e entregou.
Com lançamento confirmado para 9 de setembro de 2026, Phantom Blade Zero se posiciona como um dos pilares da nova era de produções chinesas de alto orçamento. O Flow Games jogou a demonstração disponível a todos os visitantes da gamescom latam 2026 e nossas impressões não poderiam ser melhores. Confira!
Phantom Blade Zero vai ser um estouro
Pouco pôde ser visto sobre a narrativa na build apresentada no evento, mas aqui vai um breve resumo: a trama nos coloca na pele de Soul, um assassino de elite que serve a uma organização poderosa conhecida como “A Ordem”. Após ser incriminado pelo assassinato do líder de seu clã, Soul se vê caçado por seus antigos aliados e com apenas 66 dias de vida restantes.
O grande diferencial de Phantom Blade Zero reside no combate, frequentemente descrito como uma “dança mortal”. A fluidez reina sozinha aqui. Foi possível notar uma clara evolução da build que testamos alguns anos atrás, na Summer Game Fest, em Los Angeles. Daquele momento para cá, os desenvolvedores fizeram os polimentos necessários para dar mais peso à movimentação e, por que não, mais maturidade ao combate.

Imagem: S-Game
A S-Game investiu pesado em tecnologia de captura de movimentos, contando com a consultoria de mestres de artes marciais e coreógrafos renomados. O resultado é um sistema em que a transição entre o ataque e a defesa é quase invisível. É impecável e lindo de se ver
Os movimentos são rápidos, graciosos e extremamente precisos, inspirados na estética clássica do cinema de artes marciais de Hong Kong, o que confere ao jogo uma identidade visual única.
Para alcançar essa autenticidade, a S-Game investiu pesado em tecnologia de captura de movimentos, contando com a consultoria de mestres de artes marciais e coreógrafos renomados. O resultado é um sistema em que a transição entre o ataque e a defesa é quase invisível. Em Phantom Blade Zero, aparar um golpe inimigo dá um contra-ataque imediato que mantém o ritmo da batalha no talo, sem qualquer pausa ou transição que quebre essa dança.
A ambientação, batizada pelo estúdio como “Kungfupunk”, é uma mistura entre o gênero conhecido como “wuxia”, que trata de ficção e fantasia chinesas, elementos de steampunk e uma pitada de fantasia sombria. O jogador explora o chamado “mundo fantasma”, onde templos budistas antigos dividem espaço com tecnologias misteriosas e criaturas, digamos, peculiares. Tudo isso vai embalado no Unreal Engine 5, motor do jogo.

Imagem: S-Game
A exploração conta e muito
A exploração também desempenha um papel fundamental em Phantom Blade Zero. Pela demo, pudemos sentir um pouco mais do “mundo semiaberto” com regiões interconectadas. Soul pode utilizar suas habilidades de movimentação, como correr pelas paredes e realizar teleportes curtos, para navegar pelo cenário e encontrar itens escondidos (pudemos achar alguns em nossa experimentação). O design parece incentivar a verticalidade e recompensa o jogador que decide se aventurar fora da rota primária.
A variedade de armas disponíveis nessa demo já foi impressionante. Soul pode carregar duas armas principais e duas secundárias simultaneamente. Com mais de 30 armas distintas — de lâminas duplas a martelos e canhões de braço —, cada escolha altera significativamente o estilo de jogo. Cada arma possui sua própria mecânica e as “Phantom Edges”, habilidades únicas que podem ser combinadas para criar combos avassaladores.
A dificuldade de Phantom Blade Zero parece estar sendo ajustada para oferecer um desafio recompensador sem ser injusto
Outro aspecto que merece destaque é a coreografia combinada dos inimigos. Ver diversos inimigos atacando em sincronia cria um espetáculo visual que remete às melhores cenas de luta do kung-fu no cinema, certamente com inúmeras referências que podem ser encontradas numa análise mais minuciosa.

Imagem: S-Game
A dificuldade de Phantom Blade Zero parece estar sendo ajustada para oferecer um desafio recompensador sem ser injusto. Embora o jogo exija reflexos e aprendizado de padrões, a curva de progressão parece ser satisfatória. O jogador sente que está evoluindo junto com o protagonista, transformando frustração inicial em um sentimento de maestria a cada chefe derrotado. Três deles foram apresentados nessa demo. E não, Phantom Blade Zero não é um “soulslike”, embora carregue “alguns elementos” desse gênero, como o próprio estúdio já esclareceu.
Além da ação frenética, a S-Game promete uma história profunda sobre vingança, lealdade e o que significa ter um coração em um mundo de traições. A jornada de Soul não é apenas física, mas representa um “mergulho em suas próprias memórias e arrependimentos”.
Nosso teste deixou uma ótima impressão e um genuíno sentimento de alegria ao observar a maturidade da indústria chinesa de games, unindo tradição cultural e competência técnica. Prepare-se: a dança de lâminas de setembro promete ser inesquecível em Phantom Blade Zero, a ser lançado no dia 9 do referido mês para PS5 e PC.
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