
Control Resonant vai ao mundo aberto com hack and slash e mais
Em entrevista ao Flow Games, o diretor criativo de Control Resonant falou sobre as profundas mudanças da sequência
Imagem: Remedy
m uma entrevista concedida ao Flow Games durante a gamescom latam 2026, Mikael Kasurinen, diretor criativo de Control Resonant, detalhou os novos rumos da aguardada sequência do aclamado título de 2019.
Abandonando os corredores brutalistas da Casa Antiga, o novo jogo transporta a ação para uma Manhattan pós-apocalíptica em escala aberta e muda radicalmente o gameplay, que sai do tiroteio para dar lugar ao hack’n’slash. Saiba mais adiante!
Control Resonant é pancadaria da boa
Segundo Kasurinen, o desafio técnico foi imenso, exigindo uma evolução significativa do motor gráfico Northlight para suportar destruição em massa e confrontos contra criaturas colossais que ocupam o horizonte da cidade.
“Queríamos criar o melhor sistema de combate telecinético… é quase um hack’n’slash moderno em um mundo de controle. No primeiro jogo, a tendência era manter distância e usar armas. Aqui, a ideia é ser ofensivo. Se você está no meio dos inimigos, causando dano e usando suas habilidades ativamente, é aí que a diversão acontece e onde você sobrevive”, explicou.

Imagem: Remedy
O diretor enfatizou que a telecinese foi totalmente reconstruída em Control Resonant, permitindo que quase qualquer objeto do cenário seja usado como arma, criando uma dinâmica de dano e cura constante que força o jogador a se manter sempre no centro da ação. Essas mudanças também refletem o novo protagonismo, estrelado por Dylan Faden, irmão de Jesse, a personagem principal do título anterior.
Não, não precisa ter jogado o primeiro Control (embora seja recomendável)!
Mikael explicou que o maior desafio de Control Resonant foi transpor a sensação de “estranheza claustrofóbica” de um prédio fechado para um mundo aberto pós-apocalíptico. Enquanto o primeiro jogo era sobre entrar no coração do Departamento Federal de Controle (FBC), o novo inverte a lógica: você sai das entranhas (como Dylan, que esteve preso por anos) para o mundo exterior.

Imagem: Remedy
Se você não sabe nada sobre o FBC ou a Remedy, tudo bem. Você pode cair na gandaia e entender a história através das descobertas do protagonista
O diretor descreve os dois jogos como complementares. O primeiro é contido e burocrático; o segundo é vasto, mas mantém o “DNA de pesadelo” da Remedy. Claro que é recomendável ter vivenciado a experiência anterior, mas não é algo obrigatório.
“O primeiro jogo era sobre entrar no FBC; este é sobre sair dele para o mundo normal através dos olhos de Dylan. Se você não sabe nada sobre o FBC ou a Remedy, tudo bem. Você pode cair na gandaia e entender a história através das descobertas do protagonista”, justificou o artista.

Imagem: Remedy
“É quase uma ‘tela em branco’ em muitos aspectos. O protagonista está tentando descobrir o que aconteceu nos últimos sete anos, então, se você não sabe nada sobre a Remedy, vai descobrir o passado junto com ele”, complementou.
Vem forte ao Brasil!
Para o público brasileiro, o grande destaque é a confirmação de que Control Resonant terá localização completa em português do Brasil, incluindo dublagem. Kasurinen destacou que a Remedy reconhece a paixão dos fãs brasileiros e quer que a jornada de Dylan seja acessível tanto para veteranos quanto para novos jogadores.
“Ele foi desenhado para ser uma porta de entrada independente e impactante”, concluiu.
Que a ambição técnica de Control Resonant e sua grande mudança de gameplay gerem o efeito desejado pela Remedy — cujo selo de qualidade, como bem sabemos, costuma ser garantido.
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