
Personagens de séries da Disney que poderiam entrar em Disney Lorcana – Parte 3
Elena de Avalor, Kion, Princesinha Sofia, Kick Buttowski e outros personagens de séries que poderiam ganhar cartas em Disney Lorcana.
Depois de duas listas, encontrar personagens de séries da Disney que sejam conhecidos, ainda não tenham sido citados e realmente acrescentem alguma coisa a Disney Lorcana começa a ficar um pouco mais difícil.
Mas só um pouco.
O catálogo da Disney para televisão atravessa várias gerações. Existem produções clássicas, animações do Disney Channel, fenômenos do Disney Junior, séries do Disney XD e até personagens de programas live-action cujas habilidades parecem ter sido criadas pensando em um jogo de cartas.
Na primeira parte, imaginamos como figuras como Kim Possible, Perry, Doofenshmirtz, Luz Noceda, Bill Cipher, Dipper, Mabel, Phineas e Ferb poderiam funcionar. Na Parte 2, fomos para Anne Boonchuy, Star Butterfly, Molly McGee, Scratch, Milo Murphy, Penny Proud, T.J. Detweiler, Spinelli e Doutora Brinquedos.
Agora, chegou a vez de outras séries bastante conhecidas.
A seleção desta Parte 3 passa por princesas, inventores, animais, dublês, guerreiros e até uma adolescente capaz de enxergar o futuro. Nenhum dos escolhidos possui, até o fechamento deste texto, uma carta disponível na galeria oficial de Disney Lorcana.
Como sempre, as ideias abaixo não são anúncios ou vazamentos. Estamos imaginando quais tintas combinariam com cada personagem e, principalmente, como suas histórias poderiam se transformar em mecânicas interessantes dentro do jogo.
Porque entrar em um booster é fácil.
Difícil é fazer uma carta realmente se comportar como o personagem que está representando.
Elena de Avalor poderia liderar um verdadeiro deck de heróis
Tintas mais prováveis: Âmbar e Rubi

Elena de Avalor estava guardada para esta Parte 3 por um bom motivo.
Entre as personagens criadas originalmente para a televisão, poucas parecem combinar tanto com o universo de Disney Lorcana. Elena é uma princesa, utiliza um cetro mágico, lidera um reino e passa boa parte da série aprendendo que governar não significa apenas dar ordens.
Sua jornada começa depois de passar anos presa no Amuleto de Avalor. Ao retornar, Elena ainda precisa amadurecer antes de assumir definitivamente o papel de rainha. A personagem possui coragem para agir, mas também depende da família, dos amigos e do conselho ao seu redor.
Essa combinação aponta diretamente para Âmbar e Rubi.
Âmbar representaria sua liderança, sua relação com a comunidade e a capacidade de inspirar outros personagens. Rubi mostraria a Elena mais impulsiva, aventureira e disposta a entrar pessoalmente em qualquer conflito que ameace Avalor.
A solução mais simples seria criar outra carta de Princess que fortalecesse outras princesas.
Funcionaria, mas seria pouco para uma personagem com tanto potencial.
Elena poderia liderar um arquétipo baseado em Heroes. Em vez de conceder apenas mais força ou resistência, ela poderia permitir que diferentes heróis participassem de uma mesma sequência de jogadas. Depois que Elena questasse, por exemplo, outro Hero poderia receber um benefício em seu próximo desafio. Caso esse personagem derrotasse uma ameaça, um terceiro aliado poderia ser preparado ou protegido.
A ideia seria transformar liderança em coordenação.
Elena não deveria ser a personagem que resolve tudo sozinha. Sua carta precisaria fazer com que a mesa inteira funcionasse melhor quando cada integrante cumprisse uma função diferente.
O Cetro de Luz também abriria espaço para uma carta própria. Ele poderia funcionar como um Item capaz de alternar entre efeitos de acordo com a situação: fortalecer um personagem, remover dano ou ajudar na conquista de lore.
Uma versão mais poderosa, Elena – Queen of Avalor, poderia representar o fim de sua jornada. Em vez de depender de outros personagens para liderar, ela recompensaria o jogador por controlar uma mesa formada por diferentes classificações, como Hero, Ally, Princess e Madrigal.
Seria uma forma interessante de mostrar que governar Avalor não depende apenas da princesa. Depende de conseguir unir pessoas completamente diferentes ao redor de um mesmo objetivo.
Princesinha Sofia faria o Amuleto de Avalor procurar a ajuda certa
Tintas mais prováveis: Âmbar e Ametista

Se Elena entrar em Disney Lorcana, seria muito difícil deixar Sofia de fora.
A ligação entre as duas personagens já começa pelo Amuleto de Avalor. Em Princesinha Sofia, o artefato concede diferentes poderes à protagonista, permite que ela converse com animais e até chama outras princesas quando Sofia precisa de ajuda.
É praticamente uma carta de TCG esperando para acontecer.
Âmbar representaria a gentileza de Sofia, suas amizades e a maneira como ela tenta resolver problemas ajudando as pessoas ao redor. Ametista ficaria com o lado mágico do amuleto, suas transformações e os efeitos que nem sempre funcionam exatamente como Sofia esperava.
Uma carta chamada Sofia – Bearer of the Amulet poderia interagir diretamente com o topo do deck.
Sempre que uma determinada condição fosse cumprida, o jogador poderia olhar algumas cartas do topo, revelar uma personagem Princess ou Ally e colocá-la na mão. Seria como se o Amuleto de Avalor estivesse chamando a pessoa certa para aquele momento.
O cuidado estaria no custo dessa habilidade.
Uma personagem que simplesmente encontra outras princesas todos os turnos poderia criar um motor de compra difícil de acompanhar. O efeito precisaria depender de Sofia ajudar alguém: remover dano de outro personagem, sobreviver a um desafio ou questar enquanto um aliado estivesse danificado.
Assim, a habilidade não seria apenas uma busca automática. O jogador precisaria reproduzir o comportamento de Sofia antes de receber ajuda.
O amuleto também poderia existir como Item e mudar de efeito dependendo da classificação do personagem que o utilizasse. Em uma Princess, procuraria outro personagem. Em um Animal, poderia conceder Evasive. Em um Sorcerer, talvez permitisse recuperar uma Action.
Isso daria ao objeto uma flexibilidade bastante temática sem obrigar o jogador a montar um deck fechado em uma única franquia.
Além disso, Sofia possui contato com várias princesas que já aparecem em Disney Lorcana. Sua entrada poderia criar uma ponte entre personagens que hoje dividem a mesma classificação, mas nem sempre possuem motivos competitivos para aparecer no mesmo deck.
Kion poderia transformar a Guarda do Leão em uma equipe de verdade
Tintas mais prováveis: Âmbar e Aço

O universo de O Rei Leão já possui bastante espaço em Disney Lorcana. Simba, Nala, Scar, Mufasa, Timão, Pumba e outros personagens receberam diferentes versões ao longo das coleções.
Mas a chegada de A Guarda do Leão permitiria explorar esse universo por outro ângulo.
Kion não é apenas o filho de Simba. Ele lidera um grupo no qual cada integrante possui uma função específica. Fuli é rápida, Beshte é forte, Ono enxerga à distância e Bunga, para o bem ou para o mal, costuma ser o mais corajoso.
Essa estrutura combina perfeitamente com um jogo baseado na construção de equipes.
Âmbar representaria liderança, união e o papel de Kion como responsável pelo grupo. Aço mostraria sua determinação, sua função de proteção e o poder do Rugido dos Ancestrais.
Uma carta de Kion poderia gerar benefícios quando o jogador controlasse personagens com classificações ou características diferentes. Em vez de premiar a repetição de várias cópias da mesma peça, o deck seria incentivado a montar uma equipe variada.
Fuli poderia possuir Evasive ou receber bônus ao ser movida para uma Location. Beshte seria uma ótima opção para Bodyguard ou Resist. Ono poderia olhar o topo do deck ou revelar informações sobre a mão adversária. Bunga, naturalmente, entraria em desafios que provavelmente deveria evitar.
Kion seria a carta responsável por fazer essas funções conversarem.
Enquanto o jogador controlasse pelo menos três tipos diferentes de integrantes da Guarda, Kion poderia proteger aliados, aumentar sua resistência ou utilizar o Rugido dos Ancestrais para causar dano a personagens adversários.
O mais interessante seria evitar um arquétipo que funcionasse somente com cartas de A Guarda do Leão. Kion deveria permitir a formação de novas equipes com personagens de outras franquias.
Isso representaria melhor a principal lição da série: não é a espécie, a origem ou a aparência que determina quem pode proteger as Terras do Reino. É a função que cada integrante está disposto a cumprir.
Cassandra e Varian ampliariam o universo de Rapunzel
Tintas mais prováveis: Cassandra em Rubi e Aço; Varian em Safira e Ametista

Rapunzel, Flynn Rider, Pascal, Maximus e Mother Gothel já possuem diferentes cartas. Mesmo assim, uma parte bastante importante desse universo continua de fora do jogo.
A série Rapunzel’s Tangled Adventure apresentou personagens que se tornaram tão importantes para a jornada de Rapunzel quanto várias figuras do filme original.
Os dois maiores exemplos são Cassandra e Varian.
Cassandra começa como amiga, confidente e protetora de Rapunzel. Também é uma guerreira habilidosa, extremamente competitiva e frustrada por sentir que sua vida sempre acontece ao redor da princesa. Ao longo da história, essa insatisfação abre espaço para uma transformação muito maior.
Por isso, Cassandra poderia receber versões bastante diferentes.
Sua primeira carta faria sentido em Rubi e Aço, representando coragem, treinamento e proteção. Ela poderia ganhar força ao defender outra personagem ou se preparar depois que uma Princess fosse desafiada.
Uma versão posterior, Cassandra – Moonstone Warrior, poderia abandonar parte dessa identidade protetora. Ametista e Aço combinariam com seus novos poderes e com uma estratégia mais individualista, na qual Cassandra se fortalece conforme outros personagens deixam a mesa.
Não seria apenas uma versão com números maiores. A mudança de tintas mostraria a transformação emocional da personagem.
Varian seguiria por outro caminho.
Como inventor e alquimista, Safira parece praticamente obrigatória. Ametista representaria os elementos mágicos, os experimentos imprevisíveis e a obsessão que faz com que algumas de suas criações escapem do controle.
Sua carta poderia interagir com Items e Actions ao mesmo tempo.
Varian talvez permitisse exaurir um Item para reduzir o custo da próxima Action. Outra possibilidade seria banir um dos próprios Items para copiar ou aumentar o efeito de uma experiência.
Esse design criaria uma decisão interessante: continuar utilizando um equipamento durante vários turnos ou destruí-lo para alimentar uma jogada mais poderosa.
Cassandra e Varian dariam ao universo de Rapunzel duas direções completamente novas. Uma baseada em combate, proteção e mudança de identidade. A outra focada em invenções, alquimia e gerenciamento de recursos.
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Cricket Green faria o jogador ser recompensado por entrar em confusão
Tintas mais prováveis: Esmeralda e Rubi

Cricket Green provavelmente não sobreviveria cinco minutos dentro do Grande Iluminário sem tocar em alguma coisa proibida.
O protagonista de Os Vizinhos Green é impulsivo, curioso e parece possuir um talento especial para transformar qualquer atividade simples em uma confusão gigantesca.
Isso faz dele um candidato perfeito para Esmeralda e Rubi.
Esmeralda representaria improviso, esperteza e a capacidade de escapar das consequências de seus próprios planos. Rubi entraria com coragem, energia e a total ausência de preocupação antes de assumir riscos.
Cricket não deveria ser uma carta preocupada em controlar cuidadosamente a partida. Seu jogador precisaria sentir que está entrando em uma situação duvidosa e esperando que tudo dê certo no final.
Uma mecânica interessante seria recompensá-lo por desafiar personagens mais fortes ou mais caros. Caso sobrevivesse ao desafio, Cricket poderia gerar lore, comprar uma carta ou retornar para a mão antes que o adversário conseguisse responder.
Ele também poderia receber Reckless, mas transformar essa limitação em vantagem.
Sempre que fosse obrigado a desafiar, talvez outro personagem Green pudesse questar com mais segurança. Cricket criaria a confusão enquanto sua família aproveitaria a distração.
Tilly Green faria bastante sentido em Ametista, com efeitos estranhos e difíceis de prever. Bill Green poderia ser Âmbar ou Aço, protegendo a família e tentando manter alguma ordem. Vovó Alice seria facilmente uma personagem Rubi capaz de vencer desafios que ninguém esperava.
A graça desse grupo estaria justamente na diferença entre seus integrantes.
Em vez de um arquétipo tradicional de família que apenas aumenta atributos, os Greens poderiam funcionar como uma sequência de problemas e soluções. Cricket cria a confusão, Bill tenta consertar, Tilly adiciona algo inexplicável e Alice resolve tudo da maneira mais agressiva possível.
Seria caótico.
Ou seja, seria perfeito.
Kick Buttowski transformaria desafios arriscados em lore
Tintas mais prováveis: Rubi e Aço

Kick Buttowski não quer apenas realizar uma manobra. Ele quer realizar a manobra mais perigosa possível, de preferência diante de uma plateia e com uma chance considerável de tudo terminar muito mal.
O protagonista de Kick Buttowski: Um Projeto de Dublê possui uma identidade muito fácil de traduzir para Disney Lorcana.
Rubi representa o risco, a velocidade e a disposição para enfrentar qualquer desafio. Aço complementa com resistência, persistência e a capacidade quase inacreditável de levantar depois de cada queda.
Kick deveria ser uma carta construída ao redor de desafios desproporcionais.
Sempre que desafiasse um personagem com custo ou força superior, ele poderia receber Resist durante aquele confronto. Caso sobrevivesse, seu jogador conquistaria lore pela realização da manobra.
Essa condição produziria decisões interessantes.
O jogador poderia utilizar Kick para remover uma ameaça menor com segurança, mas abriria mão da recompensa. Também poderia enviá-lo contra um personagem claramente mais poderoso e tentar transformar o risco em progresso rumo à vitória.
É importante que a habilidade não conceda lore apenas por entrar no desafio. O sucesso precisa importar.
Talvez Kick receba um marcador de Manobra sempre que sobreviver a um confronto difícil. Ao acumular determinada quantidade, poderia ser preparado, conquistar lore adicional ou ativar uma Action relacionada ao próximo grande salto.
Gunther funcionaria como suporte em Âmbar, oferecendo proteção e ajudando Kick a sobreviver aos próprios planos. Brad Buttowski poderia ser uma carta Esmeralda ou Rubi voltada a provocar adversários e atrapalhar o irmão.
O resultado seria um pequeno arquétipo de alto risco que não depende apenas de causar dano.
Kick não vence porque possui os maiores atributos. Vence porque escolhe o desafio mais absurdo da mesa e encontra uma forma de sair dele ainda consciente.
Os Ursinhos Gummi poderiam devolver importância às poções
Tintas mais prováveis: Âmbar e Safira

Antes de muitas das séries lembradas nas outras partes desta lista, a Disney já utilizava a televisão para construir aventuras com identidade própria.
Os Ursinhos Gummi é um dos maiores símbolos dessa fase.
A série possui magia, reinos, cavaleiros, criaturas, vilões e um elemento que parece ter sido criado para virar uma carta: o Suco de Frutinhas Gummi.
Âmbar representaria a comunidade e a cooperação entre os integrantes do grupo. Safira combinaria com os conhecimentos antigos, as receitas e os recursos preservados pelos Gummies.
Em vez de escolher somente um protagonista, a franquia poderia entrar em Disney Lorcana como um pacote completo.
Cubbi seria um Hero jovem que se fortalece ao receber equipamentos. Gruffi funcionaria como protetor em Aço. Zummi poderia utilizar Ametista para recuperar Actions ou preparar Items. Sunni ajudaria a gerar lore, enquanto Tummi provavelmente encontraria alguma interação com comida antes do fim da coleção.
A principal carta, porém, seria Gummiberry Juice.
O suco poderia ser um Item exaurido e banido para conceder um grande aumento temporário de força. Em personagens Gummi, o efeito também poderia preparar a carta depois de um desafio, representando os saltos produzidos pela poção.
Para outros personagens, talvez existisse uma limitação ou um efeito diferente. Isso manteria o objeto útil fora do arquétipo sem retirar a principal identidade da franquia.
Uma carta baseada no Grande Livro dos Gummies também poderia procurar Items ou Actions no deck, criando um pequeno motor de ferramentas antigas.
Esse conjunto ajudaria a recuperar um tipo de fantasia muito ligado à história da própria Disney Television. Também mostraria que as séries não precisam entrar no jogo apenas por nostalgia.
Com as mecânicas certas, um desenho dos anos 1980 poderia gerar um deck tão particular quanto qualquer produção recente.
A entrada das séries pode ampliar mais do que o catálogo
Depois de três listas, uma coisa começa a ficar bastante clara: as séries da Disney não representam apenas uma reserva de personagens famosos.
Elas possuem ideias mecânicas que ainda podem ser pouco exploradas em Disney Lorcana.
Elena poderia coordenar Heroes. Sofia utilizaria o Amuleto de Avalor para encontrar aliados. Kion transformaria diferentes funções em uma equipe. Varian daria outro propósito aos Items. Cricket e Kick criariam estratégias baseadas em sobreviver a decisões arriscadas.
São propostas muito diferentes entre si.
Esse é o ponto mais interessante.
Se todos esses personagens entrassem apenas como novas versões de efeitos que já existem, teríamos boas ilustrações e bastante nostalgia. Mas não aproveitaríamos o que suas séries realmente podem oferecer ao jogo.
As produções televisivas costumam acompanhar seus protagonistas por muito mais tempo do que os filmes. Isso permite mostrar diferentes fases, mudanças de personalidade, novas relações e até versões completamente opostas do mesmo personagem.
Cassandra poderia aparecer como protetora e, depois, como guerreira da Pedra da Lua. Elena poderia começar como princesa e futuramente se tornar rainha. Sofia poderia ganhar cartas baseadas nos diferentes poderes concedidos por seu amuleto.
A estrutura dos glimmers combina muito bem com essas transformações.
Não seria necessário resumir anos de histórias em uma única carta. Cada coleção poderia escolher um momento diferente e explorar outra parte da jornada.
Temos espaço para mais listas?
Chegar à terceira parte desta lista mostra como as séries ainda representam um território enorme para Disney Lorcana.
Mesmo depois de passarmos por personagens muito conhecidos, continuam existindo nomes como Elena, Sofia, Kion, Cassandra, Kick e Raven, que atravessaram diferentes gerações do Disney Channel e do Disney Junior.
O que mais interessa não é apenas ver esses personagens ilustrados nas cartas, mas imaginar quais estratégias eles poderiam criar. Elena liderando diferentes heróis, Kion montando uma equipe com funções específicas.
Esse é o melhor tipo de homenagem: quando reconhecemos o personagem não apenas pela imagem, mas pela forma como sua carta se comporta na mesa.
A próxima série pode estar mais perto do que parece
Durante bastante tempo, imaginar personagens de séries em Disney Lorcana parecia apenas uma brincadeira da comunidade.
Isso mudou quando produções televisivas começaram a ganhar espaço real nas coleções. A questão já não é mais descobrir se esse catálogo pode ser utilizado, mas qual será a próxima franquia escolhida e como ela será adaptada.
Elena de Avalor parece uma entrada natural por sua relação com princesas, magia e liderança. Kion ampliaria um universo que já possui dezenas de cartas. Cassandra e Varian trariam novos caminhos para as estratégias de Rapunzel. Os Ursinhos Gummi atenderiam à nostalgia enquanto apresentariam mecânicas próprias.
É isso que torna esse exercício tão divertido.
Décadas de séries da Disney não oferecem apenas rostos conhecidos. Elas oferecem invenções, visões, amuletos, poções, transformações, equipes e conflitos que podem virar novas formas de jogar.
O próximo grande personagem de Disney Lorcana talvez não precise sair de um clássico dos cinemas.
Ele pode estar em uma série que acompanhamos antes da escola, nas tardes do Disney Channel ou em algum episódio que ainda sabemos repetir quase inteiro.
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