Cultura Pop

Já vimos! Young Ladies Don’t Play Fighting Games tá demais

Young Ladies Don't Play Fighting Games vai divertir os fãs de jogos de luta

25.06.2026 às 17:37

Como sempre, a Crunchyroll vai transmitir um montão de animes inéditos na nova temporada de Julho de 2026, mas entre todos eles, de longe o que mais me chamava atenção era o promissor Young Ladies Don’t Play Fighting Games.

Young Ladies Don't Play Fighting Games anime

©Eri Ejima/KADOKAWA/Young Ladies Don’t Play Fighting Games Partners

Afinal, mesmo sem ter lido o mangá original de Eri Ejima, eu já tinha visto muitos memes e painéis famosos que circulam pela FGC, a comunidade de jogos de luta, então eu sabia que essa era uma obra que entendia muito bem do assunto.

A convite da Crunchyroll, eu pude assistir antecipadamente ao primeiro episódio, cuja estreia só vai acontecer no dia 7 de julho, e te garanto: a espera vai valer muito a pena! Confira a prévia a seguir.

Young Ladies Don’t Play Fighting Games é um presente para a FGC

Como eu disse no meu vídeo de prévia do Young Ladies Don’t Play Fighting Games no meu canal Aquele Anime, eu fiquei muito positivamente surpreso com a inclusão natural de várias terminologias dos jogos de luta.

Assim como outros animes usam atividades do mundo real como ferramentas narrativas, passando por suas curiosidades, trívias e momentos a fim de catapultar tramas maiores (pense em como Uma Musume trata as corridas de cavalo, por exemplo, ou a relação de Food Wars com a comida), aqui os jogos de luta são o método para aproximar e desenvolver as personagens.

Há fortes elementos de romance Yuri em potencial, tudo temperado com boas pitadas de comédia e drama ocasional, já que as mocinhas vivem em um colégio onde não pegaria nada bem para a sua imagem se todo mundo descobrisse que elas não são mocinhas delicadas, mas sim ferrenhas e fervorosas jogadores dedicadas de jogos de luta.

Street Fighter 6 encaixou legal na trama

Se no mangá original de Young Ladies Don’t Play Fighting Games as mocinhas jogavam Iron Senpai 4, aqui a Capcom foi esperta e tratou de firmar uma parceria com o anime, garantindo que todo mundo jogue Street Fighter 6. Considerando que esse é o maior e melhor jogo de luta dessa geração, a escolha faz todo o sentido do mundo e caiu como uma luva.

A direção de Shota Ihata foi muito feliz ao intercalar as cenas de videogame com o anime, sem pesar demais a mão e tornando tudo natural e bem integrado. Eu também gostei muito das performances de vozes da Ikumi Hasegawa (Aya Mitsuki) e Kana Ichinose (Mio Yorue).

A química delas ficou espetacular, e se eu cheguei ao anime ansioso por ver as piadas e emoções das lutas, o fato é que eu estou ansioso por mais episódios justamente para ver como os elementos de yuri vão se desenrolar. Chega logo, 7 de julho, porque eu estou ansioso por um round 2!

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