
©Eri Ejima/KADOKAWA/Young Ladies Don't Play Fighting Games Partners
Já vimos! Young Ladies Don’t Play Fighting Games tá demais
Young Ladies Don't Play Fighting Games vai divertir os fãs de jogos de luta
Como sempre, a Crunchyroll vai transmitir um montão de animes inéditos na nova temporada de Julho de 2026, mas entre todos eles, de longe o que mais me chamava atenção era o promissor Young Ladies Don’t Play Fighting Games.

©Eri Ejima/KADOKAWA/Young Ladies Don’t Play Fighting Games Partners
Afinal, mesmo sem ter lido o mangá original de Eri Ejima, eu já tinha visto muitos memes e painéis famosos que circulam pela FGC, a comunidade de jogos de luta, então eu sabia que essa era uma obra que entendia muito bem do assunto.
A convite da Crunchyroll, eu pude assistir antecipadamente ao primeiro episódio, cuja estreia só vai acontecer no dia 7 de julho, e te garanto: a espera vai valer muito a pena! Confira a prévia a seguir.
Young Ladies Don’t Play Fighting Games é um presente para a FGC
Como eu disse no meu vídeo de prévia do Young Ladies Don’t Play Fighting Games no meu canal Aquele Anime, eu fiquei muito positivamente surpreso com a inclusão natural de várias terminologias dos jogos de luta.
Assim como outros animes usam atividades do mundo real como ferramentas narrativas, passando por suas curiosidades, trívias e momentos a fim de catapultar tramas maiores (pense em como Uma Musume trata as corridas de cavalo, por exemplo, ou a relação de Food Wars com a comida), aqui os jogos de luta são o método para aproximar e desenvolver as personagens.
Há fortes elementos de romance Yuri em potencial, tudo temperado com boas pitadas de comédia e drama ocasional, já que as mocinhas vivem em um colégio onde não pegaria nada bem para a sua imagem se todo mundo descobrisse que elas não são mocinhas delicadas, mas sim ferrenhas e fervorosas jogadores dedicadas de jogos de luta.
Street Fighter 6 encaixou legal na trama
Se no mangá original de Young Ladies Don’t Play Fighting Games as mocinhas jogavam Iron Senpai 4, aqui a Capcom foi esperta e tratou de firmar uma parceria com o anime, garantindo que todo mundo jogue Street Fighter 6. Considerando que esse é o maior e melhor jogo de luta dessa geração, a escolha faz todo o sentido do mundo e caiu como uma luva.
A direção de Shota Ihata foi muito feliz ao intercalar as cenas de videogame com o anime, sem pesar demais a mão e tornando tudo natural e bem integrado. Eu também gostei muito das performances de vozes da Ikumi Hasegawa (Aya Mitsuki) e Kana Ichinose (Mio Yorue).
A química delas ficou espetacular, e se eu cheguei ao anime ansioso por ver as piadas e emoções das lutas, o fato é que eu estou ansioso por mais episódios justamente para ver como os elementos de yuri vão se desenrolar. Chega logo, 7 de julho, porque eu estou ansioso por um round 2!
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