
Imagem: PurePC/Steel Drake
PS6 sem discos e sem revenda de jogos: custos assustam Sony
Uma das maiores transformações dos games vem aí e o PS6 pode ter mudanças drásticas
O mercado de consoles está prestes a passar por uma de suas maiores transformações históricas, e o PS6 está no epicentro disso.
A Sony abalou a comunidade ao confirmar que deixará de lançar jogos em disco a partir de janeiro de 2028. Essa transição radical impactará diretamente seu próximo console, que, segundo novos vazamentos, abandonará completamente a entrada de discos por motivos de força maior.
PS6 sem discos: nova realidade vem aí
De acordo com o conhecido insider Kepler_L2, que acompanha de perto o setor de hardware, a decisão vai muito além de uma simples adaptação às tendências de vendas digitais. Os custos de fabricação do hardware de nova geração dispararam nos últimos anos, como já apontamos por aqui. Estimativas iniciais do custo dos materiais indicam que o PS6 pode facilmente encostar na marca de US$ 1.000, um valor astronômico que já desconsiderava o leitor de disco.
Para compensar o encarecimento das peças, impulsionado em grande parte pela explosão da inteligência artificial que inflacionou o mercado de chips, a Sony precisou traçar uma nova estratégia financeira. A eliminação dos discos é vista como uma das principais saídas para aumentar a receita por usuário, permitindo elevar o preço médio dos jogos no ambiente digital, onde a empresa retém uma fatia maior do lucro.

Imagem: Sanju Pandita na Unsplash
Fim do mercado de jogos revendidos
Outro ponto crucial levantado pelo insider é o fim definitivo do mercado de revenda de jogos. Sem as mídias físicas, os jogadores perdem a possibilidade de repassar ou comprar títulos usados, forçando todos a comprarem exclusivamente na loja oficial da plataforma, a PS Store (a qual, sabemos, costuma ser ingrata em suas conversões ao Brasil). Essa centralização é apontada como essencial pela dona do PlayStation para mitigar os prejuízos e subsidiar o caríssimo hardware do PS6.
Além disso, a remoção do leitor de discos facilitaria uma das grandes apostas da gigante japonesa para a próxima geração: a transição para um modelo híbrido de console de mesa e portátil. Sem a necessidade de gerenciar compatibilidades físicas complexas e cross-buy com mídias tradicionais, a fabricante conseguiria integrar seu ecossistema de forma mais fluida e barata aos seus cofres.

Imagem: reprodução
A Sony não está sozinha nessa jornada rumo ao futuro 100% digital. Rumores indicam que a Microsoft seguirá o mesmo caminho com o Project Helix, embora a concorrente planeje um programa de migração para que os usuários convertam suas coleções físicas em digitais.
Resta saber qual será o posicionamento das empresas após o barulho que os jogadores têm feito nas redes sociais. O que você acha? Algo vai mudar ou tudo só vai se amargar? Escreva aqui embaixo, no campo reservado aos comentários!
Via WCCFTech
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